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RITOS MAÇÔNICOS

RITO DE YORK
O RITO YORK é considerado bastante antigo.
A Grande Loja de Londres, durante muito tempo após a sua fundação,
teve uma influência muito limitada, pois a grande maioria das Lojas
britânicas continuava a respeitar as antigas obrigações,
permanecendo livres sem aderir ao sistema obediencial.
O centro de resistência à Grande Loja era a antiga Loja de York, de
grande tradição operativa e que dava aos membros da Grande Loja o
título de “Modernos”, enquanto eles próprios se autodenominavam
“Antigos”, pelo respeito às antigas leis.
O que os Antigos censuravam nos Modernos era a descristianização
dos rituais, a omissão das orações e da comemoração dos dias santos,
contrariando assim os mandamentos da Santa Igreja (Anglicana).
O cisma entre os Antigos e Modernos durou até 1813, quando as duas
Grandes Lojas fundiram-se formando a Grande Loja Unida da
Inglaterra, que adotava o Rito dos Antigos de York.
A Constituição desse Supremo Órgão foi publicada em 1815.
O rito não possui Altos Graus, tendo além dos três simbólicos, uma
quarta etapa designada de “Real Arco”, que é considerada uma
extensão do Mestrado.
O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os
cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à
Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e
crescimento (José Castellani).
As
Lojas Maçônicas que praticam o Rito de York nos três graus
simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre) no Grande Oriente do Estado de Goiás
são:

Abel Tolentino
- Secretário Estadual de Comunicação e Informática
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